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O Segredo da Felicidade

Minha Alegria está no EternoEm nosos dias muitos buscam fórmulas mágicas para poderem serem felizes, muitos sofrem com depressão, desgosto, desânimo, sindrome do pânico e outras causadas quase sempre por um único motivo. Ausência de entusiasmo e motivação enfim de felicidade!

Motivação consiste no ato de ter motivos. Parece meio óbvio, mas a maioria das pessoas não tem motivos tornando-se desmotivadas. Perceba “Des-Motivada” o prefixo des no português indica ausência exemplo: desgosto (sem gosto), desprazer (sem prazer), descascado (sem casca) e por sua vez desmotivado (sem motivos). Uma pessoa desmotivada passa a viver por motivos alheios, pela família, pelo companheiro (a), pelos filhos e assim segue. A questão máxima é buscar quais são os reais motivos meus de estar fazendo o que faço? Para quem não sabe o que quer qualquer porcaria serve! Você precisa estar convicto de seus motivos, o porquê e pra quê estou aqui. A partir disso podemos dizer que somos pessoas motivadas.

Mas porém existem dois tipos de motivação: A Boa Motivação e a Má motivação! Como assim? Pelo menos agora você já sabe o que é motivação e para que ela serve. Eis ue temos sempre em nossa frente o Bom e o Mal caminho é uma constante escolha em nossas vidas. Devemos saber que cada semente que plantamos de acordo com nossa motivação vai nascer, germinar e gerar os frutos dessa motivacão, e por sua vez esses frutos terão centenas de sementes iguaizinhas as que foram plantadas. Não se pode ir contra a lei da semeadura e colheita!

Uma vez gerada a nossa Motivação e ela sendo uma boa semente, temos o entusiasmo que no grego significa “En Teós” que na antiguidade não é nada mais que estar sob inspiração do Eterno. Uma pessoa entusiasmada é aquela que tem a presença do Criador, como fonte de aguas vivas, nos tornando a sua imagem e semelhança. Essa deve ser sempre a nossa maior motivação gerando entusiasmo em nossa vida. É a certeza que a semente brotará ao você plantar. Quando você planta um feijão voce sabe em 3 dias ele brotará num novo ser. É esse o fruto do entusiasmo. (Pé de Feijão?!?) Não! A Fé! A certeza das coisas que não se vêem!

Já Falamos de motivação, entusiasmo e agora falaremos sobre a alegria. Pense o que hoje te deixa alegre? A sua alegria esta em bens materiais? Em Pessoas? Na sua careira? Em seu corpo atlético? Nos remédios miraculosos? (Acomplia por exemplo…) Saiba que a alegria é um estado de espírito e que nossa alegria não deve ser firmada em “coisas passageiras” e sim em “alguem que é Eterno e imutável”. Quando sua Alegria está em alguma coisa, essa coisa um dia terá um fim e aí se vai sua alegria, entusiasmo e motivação. Mas quando nossa Alegria está firmada em no que é Eterno, aquele que nunca tem fim, ela nunca se acabará! As escrituras dizem que a Alegria do Eterno é a nossa força, você já reparou que quando está triste se sente fraco? com vontade de morrer? eis que se a Alegria é a fonte de força a tristeza é a fonte da fraqueza!

O Eterno é sua fonte de Alegria, que é sua força! Essa força é sua motivação e essa motivação porduz o entusiasmo que é o reflexo de tudo isso em sua vida! Voce deve estar pensando: “Até parece ue isso é tão simples, você nem sabe o que eu vivo, tudo ue eu passo…” E eu te digo: “Realmente nem faço idéia de suas lutas e dificuldades, mas o que sei é que se aplicar tudo isso que lhe ensinei a vitória é Certa” Tome uma atitude HOJE! Até quando alguém terá de convencer você do que você é? Um vencedor!

Alli: primeira medicação para perda de peso sem necessidade de prescrição médica é aprovada pelo FDA nos Estados Unidos

primeira medicação para perda de peso sem necessidade de prescrição médica é aprovada pelo FDA nos Estados Unidos Fonte: clique aqui

No dia 8 de fevereiro foi aprovada, pelo FDA, a primeira medicação que não precisa ser vendida com prescrição médica para o tratamento da obesidade. O medicamento é fabricado pela GlaxoSmithKline, tem o nome de Alli e reduz a quantidade de gordura dos alimentos absorvida pelo organismo. É uma versão com a metade da dose do medicamento conhecido como Xenical, produzido pela Roche AG. Enquanto o Alli tem 60 mg de orlistat, o Xenical tem 120 mg desta mesma substância em sua composição.

O FDA (Food and Drug Administration) liberou o uso do Alli para adultos com sobrepeso e enfatizou que a medicação deve ser usada juntamente com uma dieta de baixa caloria, pobre em gordura e associada a uma prática regular de atividades físicas para que seja obtido um resultado satisfatório.

A embalagem do medicamento vem dizendo que, para cada 2268 gramas perdidos por dieta, o Alli pode ajudar uma pessoa a perder de 900 a 1360 gramas a mais.

Cerca de 28% dos usuários do Alli, nos estudos realizados, perderam 5 a 10 % de seu peso corporal por um período de 6 meses, comparados a 18% dos que receberam placebo.

O medicamento pode ser usado 3 vezes ao dia nas refeições. Ele age reduzindo em 25% a quantidade de gordura que o organismo absorve. A gordura não digerida é eliminada pelo intestino, o que pode causar efeitos adversos como gases ou eliminação de fezes com gordura. Uma dieta pobre em gordura reduz esses efeitos colaterais. As pessoas que vão utilizar esta medicação devem usar um polivitamínico ao deitar para evitar a perda de certos nutrientes, acrescenta o FDA.

Alli é o primeiro medicamento para perda de peso sem prescrição médica aprovado pelo FDA. O preço será de 2 dólares por dia e chega às lojas no verão americano. No Brasil, não há previsão de entrada da medicação ao mercado.

Pessoas que receberam transplante de órgão não devem usar esta medicação pelo risco de interações medicamentosas. Aqueles que usam anticoagulantes ou que estão sendo tratados para diabetes ou doenças da tireóide devem consultar um médico antes de usar o Alli.

O Xenical, da Roche, e o Meridia, do Laboratório Abbott, continuam sendo vendidos com prescrição médica e o laboratório Sanofi-Aventis espera a aprovação do Acomplia, outro medicamento para a perda de peso.

Fonte: Food and Drug Administration

Acomplia, a pílula “milagrosa”

ONIBUS FRETADO AMERICANA SÃO PAULO!!!! VEJA EM:
http://classificasa.kinghost.net/batatafrita/?p=50

Postado em: http://classificasa.kinghost.net/batatafrita/?p=10

http://www.terra.com.br/istoe/1957/medicina/1957_poderosa_pilula.htm 

Os brasileiros empenhados em vencer a obesidade e seus perigosos desdobramentos têm um aliado novo e poderoso. Chega ao Brasil até o final de julho a primeira pílula que ataca de uma só vez a obesidade e os conhecidos e temidos vilões a ela associados. Além de combater a gordura, melhora o HDL, o colesterol bom que protege o coração, e diminui as chances de manifestar diabete, uma doença que se tornou epidemia mundial e que aumenta drasticamente os riscos de problemas cardíacos e circulatórios. O super-remédio, o rimonabanto, fabricado com o nome comercial de Acomplia, da gigante farmacêutica Sanofi-Aventis, é o primeiro de uma nova classe que combate todos esses problemas ao mesmo tempo, de um modo abrangente e inédito. Aprovado no final de abril pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, é considerado audacioso e com potencial para tirar muita gente do perfil de risco para doenças cardiovasculares, as que mais matam no mundo. O medicamento já tem venda liberada em países da Europa e aguarda autorização do FDA para entrar no mercado americano. Ao que tudo indica, será o mais novo blockbuster. O termo é aplicado para designar remédios de grande sucesso como os medicamentos Viagra e Cialis, para disfunção erétil, Lipitor, para redução do colesterol, e o anticoagulante Plavix.

Na prática, ele pode ser a esperada solução para pessoas que estão realmente muito acima do peso e para aqueles que convivem com alguns quilinhos, situados especialmente no abdome, e convivem com algum vilões cardiovasculares. Os mais comuns são a diabete tipo dois, adquirida ao longo da vida, e alterações nos níveis de colesterol e triglicérides, outra das gorduras circulantes no organismo. “Quem soma esses três fatores de risco tem três vezes mais chances de ter um infarto”, diz o cardiologista Álvaro Avezum, diretor de pesquisa do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo. Quando esses sintomas aparecem em conjunto, caracterizam o que alguns especialistas chamam de síndrome metabólica. A lista, encabeçada pelo aumento da circunferência abdominal – a medida-limite é de 94 centímetros em homens e 80 para mulheres, inclui a pressão alta, baixos níveis de HDL, elevação do triglicérides (um tipo de gordura) e também da glicose no sangue, evidenciado a resistência à insulina, o hormônio que abre a porta das células para a entrada da glicose. No Brasil, essa sobreposição de sintomas possivelmente atinge três em cada dez pessoas.

Em várias frentes

A ação mais enaltecida do rimonabanto é sobre o acúmulo de gordura abdominal, aquela que muita gente insiste em chamar de barriguinha de chope. “A melhor indicação é para as pessoas que têm acúmulo de gordura abdominal. Ela se infiltra entre os órgãos e produz substâncias que aumentam o risco de doenças cardiovasculares. Tudo isso estimula a elevação do colesterol e outros problemas”, explica o cardiologista Antônio Carlos Chagas, chefe do setor de aterosclerose do Instituto do Coração da Universidade de São Paulo. No caso do diabetes, o efeito se explica porque a ação do remédio facilita o trabalho da insulina, o hormônio encarregado de levar o açúcar para dentro das células. “A diabete surge quando o pâncreas foi muito exigido e não consegue mais produzir insulina”, explica o médico Antônio Roberto Chacra, chefe do serviço de endocrinologia da Universidade Federal de São Paulo.

A explicação para a ação múltipla e revolucionária do Acomplia é seu mecanismo inédito de ação. Ele usa um caminho já estudado, mas até agora jamais utilizado pela medicina como via terapêutica. Trata-se do sistema endocanabinóide, situado em uma área do cérebro que regula as emoções e que está envolvido em atividades importantes como a regulação do gasto e formação de estoques de energia e nas sensações de recompensa e prazer. A estrutura ficou conhecida na década de 1960 durante os estudos para entender onde a maconha agia no organismo. A pesquisa revelou que as substâncias ativas da Cannabis sativa, o nome científico da maconha, dirigiam-se a pontos específicos das células, os receptores CB1. Como uma chave que encontra a fechadura perfeita, o encontro das moléculas com os receptores dava o acesso ao sistema. Ou seja, garantia a ação da substância sobre ele. O avanço da pesquisa revelou a presença de receptores iguais a esses nos músculos, na gordura, no intestino e no fígado. Todos eles estão associados, de algum modo, aos mecanismos de controle das reservas energéticas do corpo. Quando são estimulados, avisam o cérebro de que está na hora de providenciar novo suprimento de substâncias que ativem os centros de prazer. Uma das manifestações dessa ativação é a famosa “larica”, o desejo de comer doces que acomete algumas pessoas depois de umas baforadas de cannabis. Feita a descoberta, os cientistas decidiram criar uma molécula com o poder de bloquear essas “fechaduras” da célula. Desse processo surgiu o rimonabanto.

A expectativa em torno do remédio é enorme e outras companhias farmacêuticas já estudam drogas que façam o mesmo percurso no corpo. Ainda que nas pesquisas iniciais ele tenha mostrado efeito emagrecedor e insinuado uma boa ação antitabagismo, os estudos mostraram que seu poder maior é sobre as gorduras. “O rimonabanto tem uma propriedade única, que é diminuir a formação de gorduras pelo organismo e aumentar a sua queima. Isso ocorre especialmente na gordura abdominal, que também melhora o controle das taxas de açúcar no sangue. Todos esses efeitos indicam que será de grande ajuda para prevenir doenças cardiovasculares”, explica o endocrinologista Amélio de Godoy Matos, do Instituto Estadual de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro, que participa de estudos sobre o medicamento iniciados recentemente no Brasil.
Diante dos efeitos comprovados pelos estudos, vários médicos já receitam o Acomplia. O cardiologista Álvaro Avezum. “É um recurso valioso para diminuir as chances de pessoas com vários fatores de risco de terem um problema cardiovascular”, garante Avezum. Com a indicação, o executivo Miguel Teodoro da Purificação perdeu 12 centímetros de cintura, aumentou o colesterol bom e começa a ter mais controle da diabete. “Custou caro, mas eu mereço. Fiz um procedimento para desobstruir as artérias do coração e quero o melhor para me colocar em forma. Comecei até a fazer exercícios”, diz ele, que chegou a pagar R$ 395 reais por uma caixa importada com 28 comprimidos. “Minha expectativa é que o preço baixe ao chegar ao Brasil”, diz. Na verdade, o preço do Acomplia deverá ser estipulado dentro de 30 a 60 dias. A estimativa é que será cerca de 30% mais barato do que os valores cobrados pelas importadoras.

Os cuidados

Apesar de ter múltiplas ações, o Acomplia não é uma pílula mágica e tem seus efeitos colaterais. “Ele não pode ser tomado por pessoas com depressão e sintomas fortes de ansiedade”, explica a endocrinologista Maria Fernanda Barca, do grupo de tireóide do Hospital das Clínicas de São Paulo. A experiência da carioca Fátima Vasconcellos, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, confirma o risco, indicado na bula. “Tenho um paciente que perdeu dez quilos com o rimonabanto, mas ele ficou deprimido. Queixou-se também de ficar irritado e perdeu o interesse por sexo. Realmente, não é indicado para pacientes com problemas psiquiátricos”, diz ela. A endocrinologista Fernanda tem mais de 70 pacientes usando o produto. Uma delas é Clara Elisabeth Rabinovich. Depois de tentar perder peso com muitos medicamentos diferentes, ela começou o tratamento com o Acomplia há seis meses. “Não sou muito gorda, mas preciso controlar o peso e domar o colesterol. Tomo estatina, mas ao usar esse novo medicamento perdi peso e barriga, o colesterol bom subiu e eu não sofri mudanças de humor como nas outras vezes”, explica ela.

Esperanças

Como ainda é um medicamento novo, os médicos não sabem ao certo por quanto tempo ele deve ser tomado. Para o endocrinologista Godoy, talvez venha a ser tomado regularmente e por tempo prolongado como as estatinas, os remédios milagrosos para controle do colesterol que se tornaram rotina para proteger o coração de milhares de brasileiros. “Como a obesidade é uma questão crônica, pode ser que seja tomado por longos períodos”, arrisca. Outros acreditam que ele pode normalizar o funcionamento do organismo. “Precisamos acompanhar seu uso prolongado. Por enquanto, tenho pacientes tomando há cerca de 120 dias”, diz o cardiologista Avezum.
Sempre que surge um produto como esse, todo mundo quer tomar. É o que acontece com a jovem carioca Karina de Melo, 20 anos, que deposita imensas esperanças na nova droga. “Gosto de comer arroz, lasanha e chocolate também é meu fraco. Como não faço exercício, não consigo emagrecer. Saí à família de meu pai, que tem tendência a engordar. Quem sabe esse remédio pode me ajudar. Só não sei se vou ter dinheiro para comprar”, explica. Outra grande dúvida é sobre os benefícios para mulheres magras que desejam livrar-se da incômoda barriguinha. Elas devem ou não pedir aos seus médicos que indiquem o remédio? “Depende. Não é um remédio para quem quer perder apenas dois quilos. Ele só pode ser recomendando para quem tenha algum outro problema como alterações nas gorduras do sangue”, explica o endocrinologista Chacra.

Dúvidas

O carioca Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, acha importante baixar um pouco a bola do remédio para que não chegue ao mercado como se fosse uma pílula mágica. Ele indica o produto para alguns de seus pacientes. “Outros medicamentos disponíveis podem ser tão eficientes como o rimonabanto. O sucesso do tratamento está relacionado com o diagnóstico correto dos fatores de risco e das características do paciente. Na verdade, nenhum remédio resolve o problema da obesidade, apenas ajuda na solução. Não existem milagres, como as pessoas gostariam. O mais importante é mudar os hábitos alimentares e manter a atividade física”, explica. Em outras palavras: é fundamental que o paciente também faça a sua parte.

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