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Deus: A Conspiração Romana

Por Sha’ul Bentsion

12 de Dez de 2006
5:47 pm
Autor: shaulbentsion@gmail.com  

Introdução: O Pano-de-Fundo de uma Conspiração

O ano é 405DC. No auge de Roma, recém-fortalecida por seu famoso Concílio de Nicéia, um bispo de nome Jerônimo conclui a sua tradução da Septuaginta para o Latim. Essa tradução populariza exatamente o conceito que fez do Cristianismo, a nova roupagem da antiga religião pagã romana, tão popular no império.

Muitos esforços foram feitos em Roma, por Inácio, Constantino, e outros, para estabelecer uma religião unificada que assegurasse a pax romana. Afinal, quem controla a religião, contra as massas. Quem controla as massas, controla o império.

Essa religião híbrida, que tomou emprestado alguns conceitos judaicos da seita dos nazarenos, na realidade, mantinha antigas estruturas do politeísmo romano, de modo que os pagãos puderam confortavelmente encontrar seu nicho na nova fé. O processo foi semelhante ao sincretismo do Catolicismo com as religiões afro, no Brasil colonial.

Ave, Deus!

Não se pode contar com o apoio dos pagãos, ou converter as massas, fazendo oposição às suas crenças já existentes. O ideal é buscar a aproximação, e não o confronto.

Porém, os bispos da nova religião romana tinham um problema: não podiam negar o panteão primitivo com as suas divindades, mas ao mesmo tempo, precisavam estabelecer as fundações do monoteísmo.

A solução engenhosa, mais tarde copiada por Mohammad quando lidou com o politeísmo árabe, era fortalecer a figura do chefe do panteão – enaltecê-lo como um Ser Supremo, tão poderoso que as demais figuras ficavam ofuscadas.

Como falar do Elohim dos hebreus, esse ser desconhecido, para um grupo de romanos politeístas? A reposta é: através do sincretismo!

O panteão romano era derivado do que historicamente se conhece como o panteão Proto-Indo-Europeu. O panteão Proto-Indo-Europeu é o nome conceitual dado às origens de um sistema politeísta que floresceu e deu origem, posteriormente, às principais religiões pagãs da Europa, e do Oriente.

O Panteão Proto-Indo-Europeu era governado por um ser supremo, de nome Dyeus. Dyeus era conhecido como a divindade do céu iluminado – e sua posição no panteão Proto-Indo-Europeu era a de um monarca ou patriarca.

    

De Volta às Origens

Curiosamente, a maioria dos estudos arqueológicos e antropomórficos apontam para a origem do panteão Proto-Indo-Europeu como tendo origem na região do Iran/Iraque, sendo o Zoroastrismo a religião mais antiga derivada desse sistema religioso.

Ou seja, todos os caminhos dessa religião primitiva apontam para Bavel. O berço de Satan e de toda sorte de abominações aos olhos de YHWH. Essa religião, ao que sabemos pelos relatos bíblicos, possivelmente tem origem no sistema religioso de Nimrod, Semíramis e Tammuz.

A adoração a Mitra, o deus-sol, que era um dos filhos de Dyeus no panteão proto-indo-europeu, também tem sua origem neste fato.

O Panteão: Do PIE ao Romano

Como dissemos antes, a origem do panteão romano no primitivo panteão pronto-indo-europeu é notória, e pode ser observada em diversas de suas divindades, como por exemplo a deusa Venus, cuja origem está em Wenos, a deusa da aurora no panteão proto-indo-europeu.

Algumas dessas derivações podem ter surgido diretamente na região da atual Itália, outras indiretas, a medida em que o império romano se expandia e absorvia a cultura de diversas regiões. Há, por exemplo, uma posterior influência da mitologia grega no panteão romano. Porém, o próprio panteão grego também é derivado do panteão proto-indo-europeu

Deus: O Líder

O líder do panteão proto-indo-europeu, como dissemos, era conhecido como Dyeus. Seu nome, porém, sofreu derivações em diversas regiões. Seguem alguns exemplos: Em sânscrito, era conhecido como Dyaus, nos balcãs, era conhecido como Dievas, na região de Gaul, tornou-se Diaspater, no grego, ficou conhecido como Zeus, na região da atual Alemanha como Tiwaz, e no latim, inicialmente Jove Pater (Júpiter) – uma derivação de Dyeus Pather – e posteriormente “Deus”.

“Deus” era, portanto, o nome próprio do ser supremo do panteão romano – conhecido como o pai de todos os outros deuses, o senhor da luz. Assim como Zeus, na Grécia, “Deus” (Dyeus/Júpiter) era o mais adorado dentre as divindades do paganismo romano.

Roma Exalta o Seu Deus

Consciente, portanto, de que o “convergir” é muito mais eficiente do que “confrontar”, os bispos do recém-formado Cristianismo, a nova religião do império romano, fizeram o que havia de mais lógico: ao se depararem com o Elohim Avinu (Elohim, nosso Pai) do Judaismo e da antiga seita dos Nazarenos, igualaram-no a “Deus”, a divindade-mor dos romanos.

Justamente aquilo que a Bíblia mais condena, a maior de todas as abominações, e que é combatida por aqueles que crêem na Bíblia atualmente – o sincretismo que iguala o Eterno a elementos de religiões pagãs – foi feito ardilosamente pelos bispos romanos, selado por Constantino, e consolidado por Jerônimo na tradução da Vulgata.

E hoje, inocentemente, milhares e milhares de pessoas de língua latina (como o português, e o espanhol, por exemplo), inadvertidamente, são levadas à adorarem essa entidade babilônia, o pai das mentiras – o próprio Satan, pensando que ao adorarem a “Deus”, estão adorando a YHWH.

O “Deus” do Cristianismo, ingenuamente adorado pelas massas, é um dos títulos de Satan/Samael, e não é o Eterno Criador dos Céus e da Terra. Reparem como é sutil e ardiloso o trabalho do inimigo.

É através de coisas aparentemente inocentes e bem-intencionadas, que Satan procura a cada pequenino passo desviar a humanidade de YHWH. Essa jogada de Satan faz com que o mundo viole um dos princípios mais básicos estabelecidos por ele: o de colocar outro diante dEle, em Seu lugar.

A Profecia Se Cumpre

Uma dúvida ainda paira no ar. Será que as Escrituras previram esse ardiloso golpe de Satan? O profeta Hoshea (Oséias) responde a essa pergunta.

No capítulo 2, Hoshea (Oséias) fala justamente de Efrayim na Galut. Repare o que dizem os p’sukim 16 e 17:

“E naquele dia, diz YHWH, ela me chamará meu marido; e não me chamará mais meu Baal. Pois da sua boca tirarei os nomes dos baalim [ie. divindades pagãs], e não mais se fará menção desses nomes.” Hoshea (Oséias) 2:16-17

Aqui fica bem claro: um dos pecados de Efrayim estava no fato de chamar a YHWH por meio do nome de divindades pagãs.

Uma das características da restauração da fé está justamente no fato de YHWH retirar da boca de sua noiva, Israel, os nomes pagãos. YHWH será chamado nosso marido, e não nosso “deus”, nosso “allah”, nosso “budda” ou qualquer outro nome pagão usado por Efrayim para se referir a Ele.

Conclusão

Com o conhecimento, vem a responsabilidade. Somos chamados a sair de Bavel (Babilônia), a abandonar completamente o seu sistema de mentiras, e de enganação.

Satan, em seu ardiloso esquema que culminará na religião universal (talvez uma espécie de Cristianismo ecumênico), já tem a sua Igreja, o seu messias anti-Torá e anti-semita, e ainda leva o ser humano a adorar a ele próprio (Deus). Não tardará muito em vermos a humanidade reunida para juntos “adorarem a Deus” (ou a outras variantes – há também em outras línguas termos que descendem de divindades pagãs, como “God” no inglês, etc.)

Se somos chamados para sair de Bavel, e se zelamos pela santidade no culto ao Eterno, então conhecendo a verdade, jamais podemos ignorá-la, nem tampouco usar um dos nomes de Satan para se referir ao Sagrado, Bendito seja o Eterno!

Nossa Língua Portuguesa

Fiz uma entrevista de emprego para uma multinacional essa semana e um dos testes que derrubou 40% dos candidatos foi o Português, ou seja, eles eram tecnicamente melhores que eu porém como me dedico a um português impecável, “passei o rodo em neles”. Espero um da escrever um livro mas como esse abaixo “tô fora!”

De: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL81235-6091,00.html

O norte-americano Jim Gleeson venceu recentemente o concurso anual de pior abertura de um romance em língua inglesa.

AP

AP

Jim Gleeson, eleito o pior escritor, posa para fotos (Foto: AP)

Veja o site do concurso com outras péssimas aberturas de romances

A ruindade gramatical e o humor duvidoso de Jim deixaram para trás milhares de concorrentes no Bulwer-Lytton Fiction de 2007, organizado pela Universidade Estadual de San Jose.

A frase campeã é a seguinte: “Gerald começou – mas foi interrompido por um assobio cortante que custou a ele 10% de sua audição permanente, como aconteceu a todo mundo em um raio de 10 milhas da erupção, não que isso importasse muito porque para eles ‘permanente’ significava os próximos dez minutos ou até eles serem enterrados pela lava ou sufocados pelas cinzas – a mijar.”

Definitivamente, acho que vou vender cachorro quente!

RMS Olympic

Eu gosto muito de história e por esses dias descobri que o famoso Titanic tinha dois navios “irmãos” bem parecidos, cada um com sua história, o Brittanic e o Olympic. Hoje conheceremos a Historia do Olympic. Sabe-se lá por que o desastre do Titanic até hoje chama a atenção, aliás qualque desastre de grandes proporções chamam a atenção do pessoal. Bom vamos conhecer o RMS Olympic o irmão mais velho do Titanic.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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RMS Olympic ou SS Olympic

RMS Olympic ou SS Olympic

O RMS Olympic foi um navio transatlântico inglês em serviço entre os anos 1911 e 1935. Media 269 metros de comprimento, 28 metros de largura e 56 metros de altura. Tinha capacidade para 329 pessoas em primeira classe; 285 em segunda classe; 710 em terceira classe; e 899 pessoas de tripulação. Na sua capacidade total conseguia acomodar 2223 pessoas. Pertencia à mesma classe do RMS Titanic e HMHS Britannic.

História

No início do século XX a imigração para o então novo mundo, como era denominado a América era intensa. Muitos procuravam uma nova oportunidade de vida e deixavam para trás a miséria e a fome do antigo mundo. A única forma de travessia era através de navios. E as companhias marítimas não demoraram muito para ver o mercado que estava diante delas. A luta foi intensa entre as companhias marítimas até o surgimento da aviação comercial no fim da década de 1940.

No começo de 1900 duas grandes companhias inglesas disputavam palmo a palmo a supremacia no Atlântico Norte no transporte de passageiros, a Cunard e a White Star Line. A White Star viu a sua rival transpor o Atlântico com imensos colossos até 1909, quando teve início nos estaleiros da Harland & Wolff, em Belfast, a construção de um trio de gigantes. Os denominados Olympic, Titanic e Gigantic seriam os maiores objectos móveis já construídos pelo homem. Os dois primeiros foram construídos em paralelo e o Olympic foi o primeiro a ficar pronto (1911), seguido pelo Titanic (1912), e pelo Gigantic batizado como Britannic (1915).

R.M.S. Olympic – “Old Reliable”

O navio Olympic foi construido entre Setembro de 1907 e Maio de 1910, altura em que foi lançado. Foi o primeiro de três grandes navios, a «Olympic-class», (os maiores da altura) da White Star Line que fizeram parte da frota por volta da mesma época. Eram em muito, principalmente no tamanho, distribuição e vista exterior, iguais.

Em 14 de Junho de 1911 o Olympic fez a sua viagem inaugural. Com 1313 passageiros a bordo a viagem transatlântica foi um sucesso. As próximas viagens foram de igual modo sem falhas. Mas o desastre aconteceu no início da sua quinta viagem. Pouco passsava do meio-dia quando o navio saiu de Southampton a caminho de Cherbourg na França para levar mais passageiros. Inesperadamente o HMS Hawke da Marinha Britânica foi visto no meio do nevoeiro. O navio de guerra foi sugado pelas grandes pás do Olympic e o choque foi inevitável. O HMS Hawke bateu no lado estibordo do Olympic e deixou-lhe com um buraco e uma pá destruída. Apesar do forte embate os dois barcos conseguiram chegar ao porto mais próximo sem vítimas.

O Olympic voltou para Belfast para ser extensivamente reparado. Este desastre apesar de fazer questionar se navios maiores eram menos seguros também ajudou a mentalizar a ideia que eram navios inafundáveis, pois nada de muito grave lhe aconteceu.

Esta ideia foi deitada abaixo em 15 de Abril de 1912 quando o Titanic sofreu um embate com um iceberg e afundou-se, resultando na morte de mais de 1500 pessoas. Assim que o Olympic chegou a Inglaterra foram-lhe imediatamente adicionados 24 botes aos 20 que já tinha. Mesmo assim passageiros e tripulação achavam que a segurança ainda estava em causa e a White Star teve que retirar o Olympic durante seis meses para reparações mais profundas. Entre outras foi-lhe adicionado uma ‘dupla pele’ para resistir melhor a embates. Em 1913 o RMS Olympic tinha 68 botes salva-vidas e estava pronto para enfrentar as linhas transatlânticas rivais.

Mesmo com o começo da Primeira Guerra Mundial o navio ainda continuou em serviço até que foi finalmente chamado para atracar indefinidamente em Belfast. O grande navio esteve 10 meses parado e foi chamado pelo governo Britânico. Ele foi pintado com cores muito claras e com formas geométricas para confundir os submarinos inimigos e foi mudado o nome para H.M.T. (His Majesty’s Transport) Olympic.

O Olympic juntou-se ao seu irmão mais novo, o Britannic, que servia como barco hospital, no Mediterrâneo para transporte de tropas e sobreviventes. Depois começou transportar tropas canadienses e no final de 1916 já tinha completado 10 viagens entre o Canadá e a Europa. Mais tarde faria o trajecto Estados UnidosEuropa com a mesma finalidade.

Em Maio de 1918 o Olympic foi atacado pelo submarino alemão U-103 no canal Inglês por um torpedo. Afortunadamente o torpedo falhou o alvo e foi então que o Olympic se virou contra ele e o abalroou. O submarino rapidamente começou a afundar e algumas pessoas que escaparam foram apanhadas pelo destroyer USS Davis que por ali passava.

Em Novembro de 1918 a guerra terminou. Duante a Primeira Guerra Mundial, o Olympic transportou 41,000 passageiros civis, 66,000 tropas, e 12,000 membros do batalhão trabalhador Chinês. Ele percorreu 184,000 milhas e consumiu 347,000 toneladas de carvão. Por estes recordes de guerra, o navio ganhou a alcunha de “Old Reliable“, que traduzido para o portugês seria: “velho confiável”.

Retornou então para a White Star Line para ser renomeado R.M.S. Olympic para, uma vez mais, fazer rotas transatlânticas. Nessa altura o Olympic ainda era um dos mais maravilhosos e luxuosos navios a circular e por isso várias personalidades fizeram travessias nele, como é caso de Charlie Chaplin e de Eduardo, Príncipe de Gales.

Nos anos seguintes e com a ajuda da Grande Depressão o Olympic deu mostras da sua velha idade e tornou-se obsoleto.

Em Março de 1935 fez a sua última viagem para Nova Iorque onde foi vendido e completamente desmontado. O Olympic foi um dos maiores navios que já cruzou os mares e um dos mais maravilhosos.

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